Pouco a comemorar


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Com cada vez mais espaço no mercado, a mulher tem muitas outras preocupações além de ser mãe, profissional, esposa e dona de casa, e tem que encará-las. Estão aí as lutas da equiparação salarial e de cargos de alto escalão. Segundo o IBGE, só 13% das mais de 8 milhões de empresas brasileiras têm mulheres ocupando postos de direção.
 
No cenário de crise atual, temos que colocar este tema no centro do debate, e isso  é estratégico. Defender a igualdade é tão importante como combater a violência doméstica ou capacitar populações de baixa renda. Algumas medidas simples, mas eficazes, que podem ser tomadas são incentivar ações que estimulem a mulher a buscar alternativas de geração de renda; educar filhos para que realizem, com igualdade, o trabalho do dia a dia em casa; denunciar (realmente!) casos de violência, abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes; não valorizar produtos que explorem o corpo da mulher em sua comercialização; divulgar os centros de atendimento para mulheres, onde elas possam denunciar a violência e ter acompanhamento físico e psicológico.
 
Na vida, dificilmente pessoas conseguem obter o que querem porque se deixam levar por acontecimentos e se tornam prisioneiras do tempo e das reivindicações dos outros. Nunca dão o primeiro passo para decidir o que realmente querem, seja com relação ao tempo, ao trabalho, às relações e, sobretudo, a si. 
 
É preciso que a mulher aprenda a lidar com os desafios com mais leveza, foco voltado para soluções dos problemas. Conscientes de seus recursos, talentos, forças, competências, crenças, valores, missão e legado, elas estarão potencializadas e saberão do verdadeiro papel. Mulheres, lembrem-se: somos as únicas responsáveis pelas nossas vidas. Somos as únicas responsáveis pelo que somos! Vamos mudar, exigir respeito, quebrar paradigmas e acreditar!
 
Bibianna Teodori
Executive e Master Coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching 

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