Como ocorre todo ano durante a Quaresma, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) coloca em ação a Campanha da Fraternidade, com a discussão de um tema preestabelecido, conforme o momento em que estamos vivendo, chamando a atenção para importantes questões. O deste ano é “Eu Vim Para Servir”, seguindo as recomendações do papa Francisco, desde que foi eleito, no sentido de priorizar a caridade e humildade na vida do cristão. Foi justamente este o grande ensinamento do Mestre Jesus, que disse: “Eu vim para servir e não para ser servido”. E falando em caridade e solidariedade, tem aquela historinha de que um dia Deus convidou alguém para conhecer o céu e o inferno. Ao abrirem a porta do inferno, viram uma sala com um caldeirão no centro onde se cozinhava uma suculenta sopa. Em volta dela estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas. Cada uma segurava uma colher de cabo tão comprido que lhes permitia alcançar o caldeirão, mas não chegava às suas próprias bocas. Em seguida, Deus o levou para conhecer o céu. Entraram em uma sala idêntica à primeira: Havia o caldeirão, as pessoas em volta, as colheres de cabo comprido. A diferença é que todos estavam saciados, porque podiam comer. O convidado não conseguia entender: “Aqui as pessoas estão felizes e lá na outra sala estão morrendo de aflição. Foi quando Deus sorriu e explicou: “Acontece que aqui, elas aprenderam a dar comida umas às outras!” E concluímos com a frase do pensador indiano Tagore: “Eu dormia e sonhava que a vida era alegria. Acordei e verifiquei que a vida era servir. Servi e descobri que servir era alegria!”
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