A Delegacia da Polícia Federal de Ribeirão Preto contestou as afirmações feitas pelo empresário GGR, de 39 anos, de que teria sido preso por engano por policiais federais em agosto do ano passado e, ao se verificar o erro, segundo ele, foi “abandonado” em Ribeirão. A reportagem sobre o assunto foi publicada pelo Comércio, na última terça-feira.
Em nota enviada ao jornal, a Assessoria de Comunicação da Delegacia informou que apenas cumpriu o “mandado de condução coercitiva”. Segundo o documento, o empresário não teria “atendido a reiteradas intimações da autoridade policial para comparecimento espontâneo à Polícia Federal em Ribeirão Preto”.
Ainda de acordo com a assessoria, a condução coercitiva teria sido solicitada “com o objetivo de esclarecer uso indevido de CPF de terceiro”. A nota afirma que GRG teria sido ouvido e dispensado logo em seguida, mas não traz qualquer informação sobre o fato de ele não ter dinheiro para voltar à cidade.
O empresário ingressou com um processo contra a União Federal por conta do episódio e está solicitando uma indenização por danos morais de 24 salários mínimos.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.