É com atitude que o festival Grito Rock acontecerá em Franca, no mês de março, e está sendo organizado pelo grupo artístico social, Brotolândia. O Grito Rock tem como objetivo divulgar a arte e os artistas que nele se apresentarão. O festival surgiu em Cuiabá como plataforma de divulgação de artistas e bandas, do qual atualmente, faz parte da rede independente, ‘Fora do Eixo’, que promove discussão e produção de ações voltadas para o fortalecimento da cadeia produtiva da cultura no país. Este ano, o festival está acontecendo desde o dia 10 de fevereiro e vai até 20 de abril em mais de 500 cidades e 54 países.
Em Franca, o evento será realizado no dia 22 de março, a partir das 14 horas, no Barraco Baco. O preço do ingresso apresenta uma proposta inovadora. Com a pergunta ‘Quanto vale o rolê?’, o valor é decidido pela pessoa que vai ao evento e pode custar entre R$ 5 e R$ 20. A idade permitida para entrada é de no mínimo 16 anos, menores de 16 podem entrar apenas acompanhados pelos pais.
A programação do evento (line-up) ainda não está definida e as inscrições para participação ainda estão abertas para artistas de diversos segmentos.
Para aqueles que queiram participar, basta acessar a página oficial: Grito Rock Franca e seguir as instruções que constam no site. As inscrições vão até o dia 16 de março. (O link é:(http://tnb.art.br/oportuni dades/grito-rock-mundo-2015/grito-rock-franca/)
O grupo Brotolândia, responsável pela edição do evento em Franca, propõe que artistas e pessoas que trabalham ou pretendem trabalhar nesta área, tenham a real experiência do mercado de trabalho, através de produções independentes em que acontece esta vivência profissional. Atualmente, o grupo é composto por onze jovens que trabalham principalmente com a fotografia, a música, produção artística e cultural, artes visuais e audiovisual em geral. São eles: Leontter Reche, 21 (idealizador do evento/artes visuais); André Valadão, 18 (tradutor intérprete), Lucas Mancini, 19, (músico), Murilo Fuschino, 23 (artes visuais), Rafael Garcia, 24 (Ilustrador, tatuador e Dj), Rafael Marques, 27 (produtor cultural), Gabiê Sampaio, 20 (cantora); Isabela Limonta, 21 (colaboradora); Mari Ricco, 21 (administradora); Érick Wernéck,19 (Dj e vlogger); Vitor Benati, 20 (artes visuais), Luciano Soares, 20 (artes visuais) e Juliana Noir, 16 (ilustradora)
O nome do grupo, é uma homenagem ao disco de Elis Regina de 1969, Viva a Brotolândia, que na época estava ligado à gíria usada entre os jovens, os famosos ‘brotos’ ou ‘brotinhos’, mas o grupo afirma que atualmente consegue ligar a ideia de ‘brotar’ em algum lugar, nascer e acontecer, ou seja, os ‘brotos’ são os membros da ‘brotolândia’ que fazem ‘brotar’ algo em qualquer lugar ou ocasião.
O propósito da união destes jovens é a produção e reprodução da arte, de forma crítica, autoral e contemporânea, revisitando movimentos artísticos passados em todas as linguagens, dando uma nova visão sobre o tema a ser abordado, além de ajudar artistas, principalmente o visual, através da divulgação do seu trabalho, que torna essencial que a arte seja apreciada.
A sede do grupo Brotolândia fica no Parque Universitário e se dispõe a receber outros artistas que queiram participar de alguma forma dos projetos realizados pela casa, que de forma coletiva lidam bem com os moradores que vivem e trabalham na sede e os colaboradores que vão para a casa realizar projetos pontuais.
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