‘SAUDADE’


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Taxidermista, palavra estranha, pouco lembrada. Edison Andrade, francano, artista plástico, escultor, por sua humildade é anônimo, ou era. Parabenizo o GCN por matéria com ele publicada dia 8 de fevereiro (leia em http://gcn.net.br/no ticia/277792/franca/2015/02/de-jacare-a-tubarao-francano-empalha-e-da-vida-a- animais), e a Edison por sua insistência pela valorização da arte. E, a propósito de mudanças neste mundo tecnológico, fico por entender o porque da cidade manter sua população sem banheiros públicos dignos. Cidades do mesmo porte respeitam essa necessidade. Também me admira ver homens e mulheres reunidos em um salão de cabeleireiro, alheios uns aos outros, digitando seus celulares. Há algum tempo. lia-se, nesses salões, que ‘neste ambiente se reúne jogadores de truco, pescadores e outros mentirosos’. Enfim, não posso esquecer a saudade.
 
G. Veríssimo
Franca - SP

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