Com esse tipo de negociação entre patrões e funcionários de indústrias de calçados não me admira se, em pouco tempo, não tenhamos mais sapateiros que amem a profissão. Já é muito difícil encontrar um jovem que aceite ser sapateiro por amor a profissão. Jovens, hoje, preferem qualquer tipo de profissão a ser sapateiro. Muito em breve (deixaremos de ser a Capital do Calçado) e nos tornaremos a Capital da “Latinha” (‘lá tinha’ uma fábrica, ‘lá tinha’ outra fábrica...). Triste, mas real!
Z.T.
Franca - SP
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