Aprovada função gratificada para diretor


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A primeira pauta a ser votada na retomada da 3º sessão da Câmara de 2015, após o almoço, trata da extinção do cargo de diretor geral e criação de uma função gratificada para substituir a vaga extinta. O trabalho na direção geral deve agora ser assumido por um funcionário da Casa Legislativa concursado que irá receber acréscimo de 30% em seu salário pelo serviço. “O funcionário de carreira que assumir a função vai acumular mais uma função. Ela vai trabalhar 40 horas semanais, mas não vai receber hora extra se ficar mais”, disse o presidente da Câmara, Marco Garcia (PPS), que afirmou ainda que a direção geral será assumida pela advogada Taysa Mara Thomazini do Nascimento, uma das procuradoras da Casa.
 
Anteriormente, o cargo de diretor era ocupado pelo advogado José Antônio Lomônaco, que não era concursado e tinha cargo comissionado. Quando Marco Garcia assumiu a presidência, em 1º de janeiro de 2015, ele exonerou Lomônaco. O ex-diretor se recusou a deixar o cargo e recorreu à Justiça, alegando que a decisão deveria ser submetida ao plenário. Ele perdeu o cargo depois que os vereadores votaram contra a sua permanência. “O cargo era irregular, a Constituição determina que tem que ser funcionário concursado”, disse Garcia. A criação da função gratificada ainda tem que passar por segunda votação, o que deve acontecer na próxima terça.
 
 
 

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