Depois, logo cedo, na segunda-feira, a triste notícia da morte do amiguinho querido Emilinho Fernandes Filho, de quem recebi muitas provas de querer bem, com suas crônicas tão bem escritas. Chegava a véspera do seis de janeiro ele me ligava, avisando que mandaria duas crônicas de aniversário, a minha e a da Nenzinha Franchini, hoje saudosa, que era dia sete. E acabei nem indo levar-lhe meu adeusinho, pois aquele foi o meu dia mais difícil, com minhas dores.
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