Pé de pano


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Na Império da Vila Formosa, a falta de carros alegóricos tentou ser preenchida com uma charrete. Com o enredo sobre a cultura sertaneja, a escola levou para a avenida um cavalo de fibra que puxava a referida charrete. Mas, ao invés de criarem um mecanismo para que o cavalo fosse com rodas ou mesmo empurrado, homens da escola tiveram que carregar o animal nos braços. Para completar, havia um peão sentado na charrete praticamente imóvel. Ele sequer balançava os braços ou batia palmas.

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