Ser feliz, este o sonho de todo mundo. Por que, então, a felicidade efetiva está sempre por realizar-se? Estudiosos do assunto dizem que a felicidade foge do nosso alcance toda vez que a colocamos fora de nós, isto é, no ‘ter’ e não no ‘ser’.
Garantem que o que nos faz felizes ou infelizes está dentro de nós! É falsa e efêmera a felicidade que nos proporcionam as conquistas exteriores.
Somos enganados com a felicidade que nos oferece a realização material que, quase sempre, se converte em infelicidade tão rapidamente quanto chegou.
Muitos não são felizes porque sentem faltar-lhes alguma coisa. São aquelas pessoas que se fazem mais infelizes pelo que não têm, do que felizes pelo que têm.
É um constante sentimento de insatisfação em busca de algo inconquistável e indefinível. Incomoda-lhes a lembrança do bem material que não possuem, mas se esquecem do mais importante patrimônio de que dispõem, a vida.
A antropóloga Mirian Goldenberg, no seu artigo, caderno ‘Ribeirão’, da Folha de S. Paulo (21/10/14), intitulado ‘De Que Você Precisa Para Ser Feliz’, trata do tema. Afirma que após algumas entrevistas, concluiu que o que faz uma pessoa feliz pode ser insuficiente para fazer igualmente outra.
Todos os que lhe responderam, porém, foram unânimes em afirmar que o maior fator de felicidade está onde menos se espera, em coisas simples como um abraço, um sorriso, uma gratidão sincera e, principalmente, a prática do bem.
O Espiritismo, conforme a questão 922 de O livro dos Espíritos, assegura que a felicidade comum a todos os homens seria, com relação à vida material, a posse do necessário, com relação à vida moral, a consciência tranquila e a certeza do futuro. E veio o poeta Lulu Parola, pela psicografia de Chico Xavier, recomendando-nos, enfático: ‘Verdade que encontrei, / Gravada em velha apostila: / Quem quiser felicidade, / Que trate de distribuí-la!
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.