Não há fator social na base dos rolezinhos como dizem. O que existe é falta de responsabilidade dos adolescentes. Com 13 anos eu já trabalhava informalmente em um mercado. Hoje existem outros meninos de mesma idade trabalhando lá. São de família humilde mas já têm responsabilidade e sabem muito bem o que podem e o que não podem fazer. Sabem também que guardas e polícias estão aí para ajudar e não para serem agredidos ou odiados — e não me venham dizer que na polícia, como em todas as profissões, existem bons e maus. Jovens que vão a rolezinhos já saem de casa com a intenção de badernar! O único fator social que vejo é que, na minha época eu respondia por meus atos, e hoje, esses ‘coitadinhos’ podem fazer o que quiserem que não dá em nada.
Pedro W.
Franca - SP
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Passou o tempo e o shopping se preocupou somente em ocupar áreas livres com lojas, e encurtar corredores com quiosques. O resultado é esse. É um shopping que só atrai pessoas de baixa renda que não movimentam lojas e causam baderna. Preconceito meu? Não! É fundamental que diante da sucessão de ‘rolezinhos’ as autoridades tenham em mente, de um lado, o sagrado direito de ir e vir dos cidadãos, shoppings, embora privados, são locais públicos, sendo ilegal vedar acesso com base na aparência das pessoas (sic); e, de outro, a necessidade de colocar ordem diante de baderna. Há que ter bom senso e equilíbrio. Enquanto isso, o francano vai gastar em shoppings de Ribeirão Preto...
Ana Paula
Franca - SP
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Nossa como o ser humano é hipócrita! Se não chove, reza para chover. Se chove, reclama que tem que parar de chover. Se há rolezinhos, pede providências e faz um monte de comentários metendo a lenha (sic). Uma coisa é certa: os adolescentes dos rolezinhos não querem lazer, e ninguém tem que arrumar lazer para eles, não. Querem é bagunça, quebrar coisas...
Antônio Pedro
Franca - SP
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(...) com a brilhante medida da magistrada Julieta Passeri de Souza fica resolvida a questão dos rolezinhos. Da mesma forma que proibição do uso de celular dentro das agências bancárias (resolveu bastante a) ‘saidinha’ de banco. No Rio de Janeiro, para acabar com estupros dentro de vans, proibiu-se a utilização de insulfilme. Ainda assim, insisto: não seria mais justo e eficiente concentrar esforços na identificação dos infratores? Por que eu, que nunca pratiquei uma ‘saidinha’, não posso usar celular no banco? Por que eu, que eduquei bem meus filhos, tenho que fazer autorização para eles poderem entrar no shopping? Por que eu, que nunca estuprei ninguém, tenho que tirar o insulfilme da minha Doblò? O Brasil não precisa de mais leis ou regras. Precisa fazer valer as 181 mil leis já existentes! (...).
Hélio Pinheiro Vissotto
Franca - SP
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