“Acima de tudo é preciso saber como terminar. Está na moda hoje em dia considerar que os livros são todos demasiadamente longos. Eu considero alguns deles excessivamente curtos, mas é no seu final que sempre me parecem espichados demais. Os dramaturgos antigos com frequência diluem o desfecho de suas peças, em submissão a não sei que regras que impõem a si próprios (...) O mesmo se aplica a inúmeros livros modernos. A peroração é um recurso retórico; mas se você disse o que precisava ser dito, e disse como precisava ser dito no corpo do trabalho, o leitor será perfeitamente capaz de tirar a conclusão.”
Rousseau, 1745
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