Bandido seria o juiz do crime


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A Polícia Civil afirma que o suposto líder do PCC em Franca, que a Justiça acaba de condenar, atuava como uma espécie de “juiz” que tinha a responsabilidade de gerir desentendimentos envolvendo criminosos. 
 
Para solucionar os conflitos, dizia que era preciso montar o tabuleiro com as peças. “Ou seja, vários membros da facção eram acionados no intuito de realizarem o ‘tribunal do crime’ e julgamento de pessoas, simulando um jogo de xadrez, o que motivou o nome da operação que realizou a jogada Xeque-Mate, prendendo seu líder”, disse o delegado Leopoldo Gomes Novais. 
 
A Polícia Civil afirma ter certeza de que a quadrilha chefiada pelo acusado mostrava-se estruturada para a execução de crimes patrimoniais, dentre os quais, o de roubo. ECPL, segundo a polícia, estava se preparando para assaltar um grande empresário da região da zona Oeste, quando foi preso. “A potencial vítima teve sua vida vasculhada pelos criminosos, que descobriram os seus pontos de residência, local de trabalho e mapearam os trajetos que fazia para seus deslocamentos e transporte de dinheiro sem a presença de seguranças.”
 
Por determinação da alta cúpula da facção, ainda de acordo com a polícia, o criminoso também estava se preparando para promover ataques em Franca, caso ocorresse a transferência de presos da organização para presídios federais. 
 

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