Mulher deixou seu emprego para matar


| Tempo de leitura: 1 min
A vigilante Elaine da Silva, 39, e a PM Marcela de Oliveira, 31
A vigilante Elaine da Silva, 39, e a PM Marcela de Oliveira, 31
Marcela e Elaine mantiveram um relacionamento por sete anos. Elas moraram juntas na casa em que a autora do crime tentou o suicídio na noite de domingo. Eram discretas. Vizinhos disseram que não sabiam que elas formavam um casal. Com o fim do namoro, em dezembro, Elaine saiu da residência e foi morar com uma tia, na Vila Europa.
As duas trabalharam juntas como vigilantes na mesma empresa até meados do ano passado. Chegaram a fazer a segurança do Poupatempo. Aprovada em concurso público, Marcela deixou a firma e ingressou na Polícia Militar. A futura soldado integrava a equipe de capoeira de Franca e representou a cidade em competições regionais, tendo conquistado várias medalhas.
 
Elaine seguiu na firma de vigilância e deveria estar trabalhando no DER no horário do crime. Seu turno de serviço começou às 19 horas e se encerraria às 7 horas de ontem. “O responsável pela empresa esteve na delegacia e afirmou que ela fechou o local, já que estava sozinha, e saiu sem autorização, portando a arma e dez munições intactas, indo de encontro à policial. Ficou claro que ela não tinha autorização para portar a arma fora do seu horário de serviço”, disse o delegado Márcio Garcia Murari, chefe da equipe de homicídios da DIG.
 
Elaine foi autuada em flagrante por homicídio doloso e está internada sob escolta policial. “Poderemos, inclusive, fazer o interrogatório no hospital. Caso se recupere, ela será levada para a cadeia quando receber alta”, finalizou o delegado.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários