É verdade que existem espertalhões nos movimentos por reforma agrária, mas não podemos esquecer que vivemos num país caracterizado por grilagem de terras públicas por empresas e grandes latifundiários, que a monocultura da soja e a criação de gado estão devastando o que ainda resta de cerrado, que há ameaças reais à floresta amazônica, e que muitas terras servem apenas como moeda de troca e não de uso. Aliás, o desmatamento da Amazônia é um dos fatores apontados por cientistas para explicar a dramática redução do volume de chuvas em nossa região. (Leia em http://gcn .net.br/noticia/275742/franca/2015/01/desejo-por-terra-faz-25-familias-morar-em-barracos-de- lona-em-restinga).
Dársio Batista
Franca - SP
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