Sou filha de Aparecida, uma das vítimas. Só tenho a agradecer a Deus, ao juiz, ao promotor. Sei que nada trará minha mãe de volta, mas há um alívio muito grande. Passei o Natal e o Ano Novo contendo o choro de minha filha que queria a presença da avó que todos os anos, com ela, soltava foguetes para comemorar. Obrigada, Deus, por ter colocado pessoas de coração bom perto de nós. O que importa é que chegamos até aqui com dignidade. Queremos apenas que a pena seja justa.
Pamela
Franca - SP
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