Maior clube de Franca escolhe seu novo presidente no próximo dia 25


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O comerciante Alexandre Abdala encabeça a chapa Renovação: ‘Prometo fazer uma auditoria e dar acesso total aos contribuintes’. O cartorário aposentado João Carlos de Vilhena, da chapa Amigos do Castelinho, promete fazer do clube num ‘canteiro de obras’
O comerciante Alexandre Abdala encabeça a chapa Renovação: ‘Prometo fazer uma auditoria e dar acesso total aos contribuintes’. O cartorário aposentado João Carlos de Vilhena, da chapa Amigos do Castelinho, promete fazer do clube num ‘canteiro de obras’
Cerca de 950 sócios aptos a voto deverão se dirigir até a sede do Castelinho, no domingo, dia 25 de janeiro, entre as 8 e 17 horas, para escolher seu novo presidente, que deverá administrar em 2015 um orçamento estimado em R$ 5,4 milhões. Assim como ocorreu em 2013, o pleito será disputado entre as chapas Amigos do Castelinho e Renovação. Desta vez, respectivamente, representadas por seus líderes João Carlos de Vilhena e Alexandre Serafini Abdala. De acordo com o clube, dos 12 mil frequentadores - contando sócios contribuintes e dependentes -, apenas os patrimoniais e remidos poderão votar. 
 
“Nestas categorias, temos 1.054 sócios, dos quais 942 podem votar atualmente. É que, para votar, alguns quesitos como a adimplência e estar há pelo menos um ano como sócio patrimonial, por exemplo, devem ser seguidos”, disse o assistente da diretoria, Esilton Reis.
 
Atual membro da diretoria, o cartorário aposentado João Carlos de Vilhena afirma que, caso eleito, o Castelinho se tornará um “canteiro de obras”, definição dada por ele para explicar as diversas mudanças físicas que pretende fazer. “Quero construir um deck sobre os vestiários das piscinas para aumentar a área de sol; uma pista de skate que a garotada tem pedido; dar andamento à construção da quadra de areia para vôlei e peteca; cobrir as quadras de basquete e tênis; ampliar a sauna, além de pensar na questão de segurança, com a construção de muros e treinamento dos seguranças.”
 
Já o comerciante Alexandre Abdala tem como bandeira mudanças estruturais para o clube. “O que levou a mim e meus companheiros de chapa a esta candidatura foi estarmos na pele de sócios. Os patrimoniais, a classe que mais paga hoje em dia, é tratada com menos privilégios. Também sinto que haja falta de transparência. Esse grupo que dirige o Castelinho está lá há cerca de 12 anos, sempre mudando os cargos, e não costuma prestar contas. Eu, assumindo a diretoria, prometo fazer uma auditoria fiscal e dar acesso total aos contribuintes”, disse.
 
Embora pudesse concorrer ao cargo novamente, o atual presidente, José Antônio Filho, preferiu integrar a chapa em um novo cargo. O Comércio tentou contato com Filho durante a tarde de ontem para saber os motivos que o levaram a não se recandidatar, mas o celular encontrava-se fora da área de cobertura. “O José Antônio não vai se afastar da diretoria, uma vez que ele compõe a chapa Amigos do Castelinho como diretor de sindicância. O que acontece é que ele precisava se dedicar mais a suas empresas e preferiu não concorrer à presidência”, disse Esilton.
 
 
 
Cidade Nova e Imperatriz da Zona Sul fora do Carnaval 
Tradicionais nos desfiles de Carnaval em Franca, a Unidos da Cidade Nova e Imperatriz da Zona Sul, do Aeroporto, não participarão do evento este ano. As agremiações foram desligadas da Uesf (União das Escolas de Samba de Franca) por não justificarem faltas em diversas reuniões e encontros da entidade.
 
“O pessoal da Imperatriz sumiu. Tentamos vários contatos com eles e com a Cidade Nova, mas nunca nos atenderam”, disse o presidente da Uesf, Mateus Marcos Cornélio. “A não ser que haja um fato novo e extraordinário até o Carnaval, as duas estão fora este ano”, afirmou.
 
Cornélio aguarda a liberação das verbas para as escolas na semana que vem. Segundo ele, a Prefeitura vai liberar R$ 41 mil para as quatro escolas que integram o grupo A e R$ 20 mil para as duas do B. 
 
Dinheiro tido como insuficiente, o repasse em cima da hora não deve atrapalhar a apresentação das escolas, acredita ele. 
 
A reportagem não conseguiu os contatos dos representantes das escolas de samba Unidos da Cidade Nova e Imperatriz da Zona Sul para que comentassem os seus desligamentos.
 
 

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