LUIZ FARACO


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Grande tristeza pela perda deste homem iluminado por Deus! Tenho 26 anos. Não me lembro dele mas fui salva por seu santo dom. Tinha um ano e meio quando fui acometida por doença que nenhum médico de Franca conseguiu descobrir. Olhando-me, ele diagnosticou. Fui curada,  sem quaisquer sequelas. Meus pais e eu agradecemos eternamente pelo amor que ele dedicou a seus pacientes, tratando com carinho e respeito. Descanse em paz! 
Camila Matias
Franca - SP
 
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Este anjo salvou a vida de muitas crianças. Minha filha sofria bronquite crônica e passou por vários médicos. Nenhum conseguiu tratá-la com eficiência. Receitavam muitos remédios e nada de melhorar. Resolvemos levá-la até Batatais para consultar com o dr. Faraco. Fiquei surpresa. A consulta custava menos que em Franca. Ele a examinou por quase uma hora e quarenta. Receitou um único remédio. Nem retorno deu. Disse que iríamos voltar só para agradecer. Vai fazer muita falta. Obrigado, doutor, por ter curado minha filha. 
Marcos Turqueti
Franca - SP
 
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Que perda, que triste partida. Esse foi médico na acepção da palavra (...). Também tive história com a minha filha tratada por ele. Amigas minhas foram até ele referenciadas por mim. Não conheci, em meus 49 anos, nenhum médico que examinasse alguém como o dr. Faraco fazia. A medicina regionalestá órfã. Vá com Deus, dr. Faraco. 
Lúcia Helena Pires
Franca - SP
 
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O Brasil fecha ciclo de sua medicina. Despedimo-nos de um médico que podíamos chamar de médico. Penso que se os profissionais que estão se formando hoje alcançarem um milésimo da competência, segurança, humanidade, humildade dele, teremos medicina sendo praticada como deve ser. Adeus dr. Faraco. Tenho certeza que o senhor já está em um lugar melhor. 
Márcio Andrade
Franca - SP
 
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Graças a ele, minha filha continua viva e hoje tem 16 anos. Descanse em paz, doutor, com certeza de missão cumprida!
Ana Andrade
Pedregulho - SP
 
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Nos dias atuais, médicos e políticos (tornaram-se) raças desprezíveis e mercenárias (sic), mas, graças a Deus, em tudo há exceção. O dr. Faraco andou sempre na contra-mão dos atuais métodos de clinicar pessoas. Nitidamente mostrava amor à profissão sem distinção de raça, cor e credo. Atendia a qualquer um com o mesmo empenho e sabedoria. Que bom seria se todos fossem como ele. (...) Hoje, políticos e médicos metem medo. Difícil imaginar em que mãos corremos mais riscos. 
José Henrique
Franca - SP
 

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