A Polícia Civil ainda não tem pistas do homem que executou o comerciante Geraldo Edmilson Jesus, 49, quarta-feira à noite, no Jardim Aeroporto II. Familiares da vítima e eventuais testemunhas serão ouvidas a partir de hoje.
Dono de um bar localizado na Avenida Gabriela de Almeida Pirajá, Geraldo foi assassinado dentro de seu estabelecimento por volta das 21h15. Testemunhas disseram que um homem que tinha o rosto coberto por uma camiseta chegou a pé ao local. Entrou com uma arma na mão e mandou os clientes saírem. Em seguida, deu seis tiros na vítima e fugiu.
A lei do silêncio impera no bairro. Familiares e vizinhos evitam declarações a respeito. “Ainda não temos informações sobre a motivação e autoria do assassinato. Pelas evidências, aparenta ter sido uma execução. Há relatos de que o autor teria entrado no bar xingando a vítima”, disse o investigador Luciano Tavares, que integra a equipe de homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
Como a vítima foi sepultada ontem à tarde, somente a partir de hoje a polícia começará a ouvir familiares para apurar se Geraldo tinha recebido ameaças e se havia motivos para alguém querer matá-lo. Denúncias anônimas podem ser feitas à DIG pelo 3724-1486 ou no 190 da Polícia Militar.
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