Os promotores que integram o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) vão pedir hoje à Justiça a prisão preventiva dos acusados de fazerem parte da quadrilha especializada em falsificar agrotóxico. Caso a solicitação não seja aceita, todos serão colocados em liberdade a partir da meia noite de domingo.
Durante a operação realizada, sexta-feira, 5, foram presas 24 pessoas. Duas foram liberadas após prestarem depoimento por terem contribuído com as investigações. Os demais estão recolhidos nas cadeias de Franca e Batatais. Inicialmente, a temporária teve validade de cinco dias. O prazo venceu na terça-feira, mas o MP conseguiu a prorrogação por igual período.
O novo prazo vence domingo e não pode mais ser ampliado. Ou a Justiça decreta a preventiva ou a polícia terá que soltar os 22 acusados. “Passamos os últimos dias analisando todo o material apreendido e ouvindo os integrantes. Amanhã (hoje), vamos formalizar a denúncia e apresentar o pedido de prisão preventiva”, disse o promotor Cláudio Watanabe Escavassini. O MP ainda analisa se incluirá outras pessoas no pedido ou se excluirá da relação alguns dos atuais presos.
Sete acusados de integrarem a organização criminosa que tiveram os mandados de prisão temporária expedidos ainda não foram encontrados e são considerados foragidos.
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