Perdão (colunista) prof. dr. Toninho Menezes. Sempre gostei de seus textos mas, desta vez, o senhor empregou lógica que pode ser ideal juridicamente, mas é totalmente afastada da realidade nacional, estadual e francana! Não é justo igualar corrupto e corruptor! O corruptor sempre foi, é, e será sempre o agente público que é pago por nós para cuidar do nosso dinheiro. Os outros, corruptos contratados, são apenas exploradores coniventes (muitos por sobrevivência). Nunca será a mesma coisa, doutor! A última assertiva do senhor, em seu texto da última terça-feira (leia em http://gcn.net.br/no ticia/271415/opiniao/2014/11/sem-propina-sem-contrato) mostra apenas condição ótima de se acreditar: ‘A investigação vem se materializando e caminhando rumo aos gabinetes mais poderosos da República que, com certeza, terão que responder por seus atos — um presidente da República caiu recentemente, em razão de um Fiat Elba. Desta forma todos saberão que em nosso país o crime não compensa e que, mesmo sem propina, será possível contratar com a administração pública.” Pouse, doutor!
Hélio Pinheiro Vissotto
Franca - SP
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