Acidente de trânsito mata contador francano em Porto de Galinhas/PE


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Cléber Alves Ferreira estava de ferias com familiares
Cléber Alves Ferreira estava de ferias com familiares
O que era para ser uma viagem de lazer por um dos mais belos lugares do nordeste brasileiro, terminou em tragédia para uma família de Franca ontem. O passeio pela região de Porto de Galinhas (PE) que deveria se prolongar até o fim da semana foi interrompido por um acidente de trânsito que provocou a morte do contador autônomo Cléber Alves Ferreira, 58. 
 
Cléber trabalhou na Nossa Caixa, hoje Banco do Brasil, atuava como contador e morava nas proximidades da Escola Pestalozzi, no bairro Cidade Nova. A mulher, Roselene, é bancária em Orlândia. No sábado, o casal, um filho de 13 anos e a mãe de Cléber seguiram para um período de descanso em Porto de Galinhas, praia localizada no município de Ipojuca, estado de Pernambuco. A família pretendia ficar no nordeste até o próximo sábado.
 
Logo no começo da viagem, a mãe de Cléber passou mal e precisou ser internada. Na manhã de ontem, o contador teria ido ao hospital levar a mulher para ficar com ela. Quando retornava para o hotel, se envolveu em um acidente. Não foi possível confirmar com as polícias da cidade o que aconteceu.
 
As únicas informações disponíveis foram passadas ao Comércio da Franca por familiares que estão em Franca. “O Cléber estava em um carro que havia alugado para passear em Porto de Galinhas. Pelo que ficamos sabendo, um caminhão teria invadido a pista contrária e provocado o acidente. Foi uma pancada muito forte, de frente. Ele morreu na hora”, contou Ordália Alvarenga Machado, sogra da vítima. Por sorte, o filho de 13 anos não acompanhou o pai até o hospital, preferindo dormir no hotel. Ele poderia ter sido mais uma vítima do desastre.
 
Familiares acionaram uma seguradora e estão cuidando dos trâmites para trazer o corpo até Franca. A mãe da vítima continua internada. Ela seria avisada no hospital sobre a morte do filho. A mulher e o filho da vítima estão em Porto de Galinhas. “Eles estão longe da gente. Dói muito ficar à distância sem ter como fazer alguma coisa. Um filho dele e meu genro viajaram para tentar a liberação. A maçonaria também está ajudando. Espero que amanhã (hoje) seja possível fazer a remoção”, completou Ordália. 
 
A família espera a confirmação da liberação do corpo e previsão de chegada a Franca para, depois, marcar o horário do velório e sepultamento, o que deverá acontecer somente na quinta-feira.

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