O Setor de Homicídio e Proteção à Pessoa da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca deu por encerrado os trabalhos que apuravam o assassinato do morador de rua Paulo Silvério de Miranda, 54, ocorrido no início da madrugada do último dia 28 de outubro, no Jardim Centenário. O carvoeiro Diego Wender Costa, 28, do Jardim São Luiz II, confessou que matou Miranda com tijoladas na cabeça e depois ateou fogo no corpo já sem vida.
A polícia chegou até o carvoeiro após apurar que ele foi visto com a vítima horas antes do crime. Costa desapareceu da região onde costumava fazer uso de pinga e drogas, só reaparecendo ontem (19). Ele estava próximo a uma farmácia no São Luiz ao ser detido pelos policiais da DIG, Paulo Rodrigues e Luciano Tavares, sob comando do delegado Márcio Murari.
Conduzido à delegacia, o carvoeiro confirmou as suspeitas. “Ele confessou com detalhes e depois confirmou tudo na reconstituição realizada no local do crime”, disse Murari. Costa alegou que no dia do crime sua filha de 5 anos o procurou em uma praça do São Luiz. O morador de rua teria passado a mão na criança. A noite, os dois foram usar crack e ele “cobrou” a ofensa. Acabou agredindo a vítima com tijolos. Depois saiu à procura de um isqueiro, voltou, colocou isopor sobre o corpo e ateou fogo. O carvoeiro responderá em liberdade.
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