Os pais de Octávio souberam da deficiência aos cinco meses de gestação, porém, só tomaram ciência de sua proporção depois que ele nasceu. “Foi difícil. Eu queria que o médico desse jeito dentro da minha barriga”, disse a mãe. Exames constataram que se tratava de uma deficiência genética. “O médico disse que a má formação foi a soma de outros problemas físicos passados de geração a geração. Aos seis anos, ele passou a ter acompanhamento médico. Depois veio a prótese (pesa dois quilos).
Hoje, ele a troca uma vez por ano no Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília, ao custo de R$ 8 mil.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.