Neste momento é preciso ter foco nos princípios e valores legais e lícitos e nos desapegar do comodismo de querer levar vantagem em tudo. Temos que deixar de lado o egoísmo pessoal para, de novo, nos comprometer com o bem estar coletivo. É a ocasião de sair da área enganosa do conforto e formar um ‘bloco e o colocarmos na rua’, como diria o músico Sérgio Sampaio. Só o povo sério, de bem é que espantará a corrupção, mentiras, ilusões e fantasias criadas pelos marqueteiros que servem governantes falsos patriotas, que praticam assistencialismo enganoso, que empobrecem os brasileiros que suam no trabalho para poder ter o que sonham ter. Temos também que acabar com a cultura onde privilégios são valores de direito e direitos só podem existir por favores, situação discriminadora e separatista. Caro Luiz,não desista! Não mude os caminhos de sua vida! O outro rumo, o bandido, não é para você e nem para ‘as pessoas que trabalham, produzem, e pagam impostos’ e que estão pensando em mudar de lado, como você disse. (Leia em http://gcn.net.br/noticia/270594/opiniao/2014/11/nao-da-vontade-de-ser-bandido).
Cláudio Antônio Borges
Franca - SP
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Meu caro Luiz Neto. Ao final de sua coluna de sábado você pergunta: ‘Afinal, qual o prêmio para quem luta contra os sem informação, os preguiçosos e espertos que se dão bem?’ O prêmio aí está: um país de maravilhas aos olhos de petralhas e seus ‘aliados’, gente que fez da política, profissão, e forma de enriquecimento. Seu texto é o grito do homem que trabalha e não concorda com que está acontecendo. Suas colocações são eco de muito do que o brasileiro, cidadão de bem ciente de seus deveres e que vem financiando um batalhão de vagabundos, quer dizer. Parabéns, meu caro, concordo com você em gênero, número e grau. Como se diz por aí, matou a pau! (sic).
Sidnei José Ribeiro
Franca - SP
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Ainda há pessoas do bem que acreditam, que vão às ruas em busca de melhorias, em busca de reformas! O que mais me surpreende é que há menos de 20 anos se prendia por brigas e discussões. Furtos e roubos eram raros. Hoje, estão banalizados, são corriqueiros, certamente por falta de punição severa. (...).
Anderson
Franca - SP
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Caro amigo Luiz Neto. Não podemos desanimar! Temos que tirar (políticos que se locupletam) do poder. São os maiores caras de pau (sic) que conheci em toda minha vida. Fico realmente assombrado com o poder que têm. Estão comprando a tudo e a todos (...). A maioria dos agentes do poder judiciário são honestos, mas uma minoria suja a instituição! O Brasil precisa mudar rapidamente. Precisamos sim, extirpar políticos e empresários safados (da vida do Brasil)!!!
Cícero de Oliveira
Franca - SP
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Infelizmente, tenho que concordar com o texto ‘Não dá vontade ser bandido?’, de Luiz Neto. A máquina pública é utilizada em beneficio de grupos políticos! Uma das razões, a meu ver, é a concentração da arrecadação nas mãos dos governos federais e estaduais. Moramos e pagamos nossos impostos no municípios. A arrecadação vai, principalmente, para as mãos do governo federal. Não há como fiscalizar o quanto entra em dinheiro (parte da União, outra dos Estados, e, coitados dos municípios...). A parte do municípios (IPT e IR) leva quase dois anos para voltar através do Fundo de Participação dos Municípios. Acabar com desvios e retenções nas esferas superiores é a chave mágica que ninguém quer girar. Todos querem municipalizar a Saúde, o Ensino, mas ninguém quer tratar da municipalização da arrecadação. Se, dos impostos que pagamos no município fossem descontadas as partes do Estado e da União, a parte ‘municipal’ já ficaria nas cidades, e poderia ser usada com adequação. A União ficaria com o que é dela, e não faria desvios no dinheiro alheio. Todos já saberiam, de antemão, quanto lhes pertenceria. O município poderia ser fiscalizado por órgãos estaduais e federais, além dos já existentes olhares das Câmaras e sociedade. Essa reforma tributária deveria ser pauta urgentíssima de políticos! Não dá mais para municípios serem comunicados que receberão ‘x’ de FPM, e, quando finalmente chega, é ‘y’. Há municípios em nossa região que perderam em torno de 10% da arrecadação que foi parar nos cofres das esferas superiores, e isso se repete. Parabéns pelo texto.
Edward Carlos Teixeira
Franca - SP
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