Franca pede socorro a seus torcedores para o clube não fechar


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Vice-presidente, Mauro Bassi (em pé), fala aos torcedores presents ontem no ginásio Poliesportivo
Vice-presidente, Mauro Bassi (em pé), fala aos torcedores presents ontem no ginásio Poliesportivo
Com dificuldades em captar recursos para quitar dívida com atletas e continuar na disputa do Novo Basquete Brasil, a diretoria do Franca Basquete resolveu recorrer aos torcedores para buscar dinheiro e amenizar o momento de turbulência atravessada pelo clube. Por meio de redes sociais e em seu site, a direção do clube convidou a comunidade para participar de um encontro, ontem, no Póli. O objetivo era explicar a atual situação e buscar alternativas. 
 
No local, compareceu pouco mais de uma centena de pessoas. O presidente do time, Alexandre Rezende estava em viagem e, por isso, esteve ausente. Empresários ligados à diretoria do clube foram poucos, políticos nenhum. A maioria das pessoas presentes era formada por abnegados torcedores do clube. E é justamente desse grupo que a diretoria espera tirar a solução do problema financeiro. A meta é alcançar um número de quatro mil pessoas no ginásio em dias de jogos do NBB e aumentar a adesão ao programa sócio-torcedor. O número ideal seria 2.500 sócios. Hoje tem 600.
 
Em seu pronunciamento, o vice-presidente do Franca Basquete, Mauro Bassi, argumentou que a diretoria realizou todos os esforços na busca de um patrocinador máster para a equipe, mas as dificuldades do mercado impossibilitaram o acerto. O dirigente não descartou a possibilidade de pedir licença do NBB. O segundo a falar foi o diretor técnico, Carlão Rodrigues, que enalteceu o compromisso do elenco e do técnico Lula Ferreira, apesar da situação. Por fim, Paulo Silas, ex-presidente do clube, mostrou otimismo e revelou que algumas pessoas já se comprometeram em ajudar. 

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