Acessíveis em www.antroposofy.com.br, conclusões de estudo do conceituado Boston Medical Center mostram o que se apurou sobre o comportamento de pais ao celular e a sua convivência com os filhos.
Considera que a modernidade é feita também de progressos tecnológicos no campo das comunicações, aproximando-nos cada vez mais dos momentos em que os fatos ocorrem, mas impedindo-nos o calor da proximidade afetiva.
TV, computador, celular, tablet, smartphone etc., e respectivos sistemas operacionais não são entidades apenas presentes nos quase cifrados diálogos das novas gerações, mas impõem-se em presença viva a promover ilusória relação social de conteúdo mutilado. Roubaram a magia da afeição presencial e induziram à dependência digital sob a ilusão de calor humano.
Estudiosos dizem que, com o avanço da tecnológica na área, as comunicações, ao invés de aproximarem as pessoas, criaram um vazio nos relacionamentos.
Durante as refeições, por exemplo, os comensais chegam ao absurdo de, mesmo entre namorados, preferirem falar pelo celular, em detrimento do face a face, do olho no olho.
Vê-se, ali, com frequência, a indiferença entre os casais e entre estes e seus filhos, preferindo-se a atualização das mensagens virtuais ou as tratativas de negócios. Babás preferem entregar à criança o joguinho eletrônico ou as magias da telinha do celular a atender-lhe a insistência no passeio ao parque.
É verdade que os pais vivem uma realidade profissional extremamente competitiva, mas o tempo que lhes sobra no trabalho parece faltar-lhes na atenção aos ‘amigos’ eletrônicos.
Amiga psicóloga, sabiamente, disse que o importante não é a quantidade mas a qualidade do tempo dedicado aos próximos mais próximos. E disse ainda: vale mais um curto diálogo feito de calor humano do que uma longa conferência no frio da virtualidade eletrônica.
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca
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