(A empresa) começa assim mesmo, devagarzinho (sic). Daqui a pouco não terá cobrador em nenhum ônibus e a São José, de novo, terá feito exatamente o que quer, da maneira que quer, sem punição alguma, como acontece há anos. Que a fiscalização aconteça e acabem com essa cara de pau’ (sic) de uma vez.
Sarah
Franca - SP
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Novidade? Desde que me entendo por gente a Empresa São José sempre fez e desfez, mandou e desmandou quando bem entendeu. Nós sofremos com a monopolização do transporte público de Franca. Enquanto não tiver outra empresa para fazer concorrência, nada mudará!
Júnior Fernando
Franca - SP
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Somos alunos da professora Marília na escola ‘Domênico Pugliesi’. Lemos sobre a retirada de cobradores dos ônibus. Ficamos indignados. O risco de que usuários se machuquem com gravidade, ou que acidentes se produzam é grande já que sem cobrador, o motorista se distrairá. Além disso os usuários se atrasarão em seus compromissos e isso atrapalhará o dia a dia deles.
Alunos da 5ª série ‘A’
Franca - SP
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Motorista tem que dirigir. Esse profissional não pode realizar outras atribuições que lhe tirem a atenção. Sempre há discussão entre usuários e cobradores mas, enquanto isso, o ônibus roda. E se essa discussão for com o motorista? Como quem dirige poderá ficar atento ao trânsito, a pedestres, às paradas, aos sinais, aos semáforos, enquanto guerreia (sic) com usuários dentro do ônibus?
Joãozinho S. O.
Franca - SP
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A situação é polêmica. Morei em países nos quais o transporte público não tem cobrador. Em Lyon, na França, os ônibus não têm catraca, usa-se cartão ou ticket. Fica ao usuário a consciência de validar o cartão. O motorista não controla. Há muitos ficais. Se algum pegar você sem validar o cartão, lá vem multa, e é cara — a passagem custa 1,70 euros, e a multa, se você for pego no ônibus, é de 32 euros. Passa a 52 se você for pego em sete dias e, depois deste período, vai a 70 euros. Se alguém quiser comprar passagem no ônibus, paga 2 euros. Motoristas não são responsáveis por fiscalizar e sim, por transportar passageiros. O que se poderia fazer é treinar cobradores para se tornarem motoristas, e colocarem mais ônibus rodando.
Priscila
Franca - SP
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