A ‘casa’ é da Regina Duarte. Foi lá que ela nasceu e não o zumbi dos palmares (sic). Regina sempre foi ligada ao PSDB. Foi ela que articulou, junto ao governador de São Paulo, a liberação de verba de R$ 3 milhões para criar a casa da cultura que deveria ter seu nome! O edil afoito que fez a lei arbitrária que acabou com isso devia se envergonhar e revogar a lei que produziu, ou então, devolver os R$ 3 milhões ao Estado já que a obra não cumpriu sua prima finalidade. A intenção do governador não era enviar os R$ 3 milhões para a comunidade negra como o vereador proclama. A culpa, então, é do edil e do radialista negro que fez campanha no rádio. Ora. Se até leis boas, com a 111/06, de 13/11/2006 foi revogada para satisfazer botecos (...) de periferia irregularmente instalados em áreas de segurança de escolas, por que essa não poderia ser também revogada?
Carlos M.
Franca - SP
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Um banho de cultura faria muito bem a essa sociedade televisiva e de juventude alienada pelo Whatsapp. Nesse sentido, vejo que o espaço da Casa da Cultura tem elevado potencial em contribuir para que grandes parcelas da comunidade francana possam emergir do atraso cultural que tanto as tornam atrasadas e ignorantes. Além disso, não vejo sentido em conceder o nome da atriz Regina Duarte ao espaço. Por ter sido uma atriz global não significa afirmar que ela tenha dado alguma contribuição à cidade. É diferente de Abdias do Nascimento que lutou pelos direitos dos negros, por uma sociedade mais democrática e livre de preconceitos. Portanto, ao invés de criticarmos, devemos unir esforços e propor ideias para que o potencial do espaço seja convertido em ações palpáveis e de culturalização do francano.
Dársio Batista
Franca - SP
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