CENTRO POP


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As pessoas se esquecem que os usuários do Centro Pop são pessoas, seres humanos. Quem escreveu a matéria, quem escreve comentários e leitores que leem, também se esquecem disso. A localização do Centro Pop beneficia os usuários, pois facilita-lhes o acesso. É fácil falar que a instalação pode existir, desde que seja longe de minha casa. Todo mundo só se importa com o próprio umbigo. O que acontece fora do Centro Pop é problema de segurança, e deve ser reclamado com a polícia e a guarda-civil. 
Alisson
Franca - SP
 
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Vamos ver se eu entendi direito: a secretária Gislaine Peres diz que “o Centro Pop precisa ficar no Centro (da cidade) para facilitar o acesso dos usuários”. Muito bom! Então, temos que pensar no bem estar deles, no conforto deles, e não temos que nos preocupar com os contribuintes, trabalhadores etc. Também diz que tem que haver tolerância. Ah, tá! Imagine, dona Gislaine: a senhora sai para o trabalho às 6h30 da manhã. Um morador de rua a para, coloca a cabeça dentro do seu carro e lhe pede R$ 50! A senhora permaneceria calma como está? De resto, dona Gislaine, nossa cidade está se tornando uma cracolândia gigante. Então, lhe pergunto:  e, eu lhe pergunto: quem é que lucra com essa situação? Os que não fazem nada estão em todas as partes, e estamos importando moradores de rua e viciados da região!!! Dê-me, senhora secretária, o nome ou endereço de algum desses atendidos que tenha se recuperado e esteja trabalhando, já que o Centro Pop fez um ano de atividade! A senhora me parece uma pessoa bem boazinha e preocupada com eles de verdade. Alugue, então, uma casa ao lado da sua e leve o Centro Pop para lá! Por favor!!!
Ana Lúcia
Franca - SP
 
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Secretária, a senhora acha que é mesmo possível motivá-los a trabalhar e constituir família? Acha também que sustentando o vício e a malandragem deles, os está ajudando? A senhora e quem cuida do Centro não se preocupam porque, certamente, não moram lá perto! Nós, que moramos, saímos de casa, todos os dias, preocupados! A senhora acha isso justo? 
Karina
Franca - SP
 
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Sempre andei a pé por todos os lados. Moro a duas ruas do Centro (...), e, até para buscar pão, tenho que ir de carro. Pensei em vender minha casa, mas não dá. Os imóveis da região não têm mais valor. As pessoas têm que fazer um belo protesto na porta desse Centro! Tá no hora de mudar. Ninguém mais aguenta trabalhar para que (...) sejam sustentados. 
M.
Franca - SP

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