Um estudo sobre desenvolvimento urbano — How to make a city great (Como fazer uma grande cidade) apontou que cidades que querem ser ‘grandes’ — não no sentido físico, e sim, na capacidade de se destacar em economia, meio ambiente e sociedade — têm que formular projetos de crescimento inteligente e fazer mais com menos. Para tanto, tem que focar no planejamento da cidade e de sua região, na integração com o meio ambiente e na concepção de prosperidade para todos..
Investimentos têm que focar no bem-estar público, começando pelo básico. Nesse rumo, saneamento é mandatório, direito constitucional tão relevante quanto educação e saúde. Carência influencia na saúde, educação, trabalho, economia, biodiversidade etc.
Embora dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) tenham mostrado evolução de 1,5 milhão no número de domicílios com rede de esgoto em 2013, há muito a fazer. Os resultados são lentos: 63,3% dos domicílios com saneamento básico no país em 2012, foram só para 64,3% em 2013. O Ranking do Saneamento Básico nas 100 Maiores Cidades do país, do ‘Trata Brasil’, reforça: a média da população atendida com coleta de esgotos, em 2012, foi 62,46%.
Demonstra, ainda, grave problema de saúde pública, e o crescimento dos números é lento. A se manterem os mesmos níveis de evolução registrados entre 2008 e 2012, não ocorrerá a programada universalização desses serviços em 20 anos! Empresas especializadas em tecnologias para saneamento podem ajudar a alcançar resultados mais rápidos. Oferecem projetos de saneamento disponibilizando suas experiências, profissionais qualificados, estrutura pré e pós-instalação e soluções integradas, que atendam a municípios de diversos tamanhos e variadas necessidades.
Adriano Gagliardi Colabono
Supervisor Comercial da Unidade de Negócios Mizumo
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.