Centro Pop tem atendimento apenas diurno


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Gislaine Peres, secretária
Gislaine Peres, secretária
Instalado em uma casa na avenida Hélio Palermo, o Centro Pop só deve mudar de endereço quando a Prefeitura tiver condições de construir uma sede própria. Hoje o centro funciona em uma casa alugada por R$ 6 mil mensais. Ainda assim, permanecerá no Centro da cidade. “É nosso plano futuro. Mas para isso precisamos de recursos e encontrar uma área institucional aqui na região central”, disse a secretária municipal de Ação Social, Gislaine Peres.
 
O Centro Pop tem 13 funcionários e funciona das 7 às 17 horas. O maior problema é o que os frequentadores fazem depois que o atendimento é encerrado (leia mais sobre a rotina no local ao lado). Muitos acabam se drogando ou usando álcool e infernizam a vida dos vizinhos. “Sabemos que boa parte deles permanece pelas redondezas. Estamos buscando soluções para isso, mas ainda não encontramos. Se alguém quiser ajudar, estamos abertos a sugestões.” 
 
Uma das opções, segundo a secretária, é o Abrigo Provisório, mas como lá as regras são mais rígidas e o local também atende aos migrantes muitos não aceitam ir para lá. “O ideal seria se tivéssemos um equipamento que os atendesse 24 horas esse público, mas não existe esse modelo no Programa Nacional de Políticas para a População de Rua.” O Centro Pop é uma fruto de uma parceria feita entre o governo federal e os municípios. A União repassa para a unidade de Franca R$ 13 mil mensais para manutenção e custeio e a Prefeitura destina mais R$ 13 mil para o trabalho, além dos R$ 6 mil da locação do imóvel.
 
 

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