Assistencialismo fraco e sem objetivo concreto dá nisso. Não quero ser injusta, mas será que os moradores que pagam impostos na região (do Centro Pop), não têm direito a tranquilidade? Não se resolve um problema criando outro! Para resolver ‘morador de rua’ é preciso mais que um lugar para eles se amontoarem (sic).
Adria
Franca - SP
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Moro ao lado da pracinha onde aconteceu o assassinato. Tenho sistema de segurança mas, infelizmente, não tenho sossego. Os frequentadores do Centro Pop ficam acordados na noite bebendo pinga e fazendo bagunça. Em nossas portas é um misto de ‘dá dinheiro, água, arroz, feijão’. No começo eu dava, mas vi que estavam acostumando e parei. Aí, passaram a me olhar com cara de m... ou mostrar agressividade como se eu fosse obrigado a continuar. Atacam-se entre si e, por isso, podem também atacar gente de fora. Um ‘não’ pode gerar fatalidade. Tenho duas crianças. O medo é constante.
Lucas
Franca - SP
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Moro na Vila Monteiro desde que o Centro Pop foi instalado. Então, posso dizer: não temos mais liberdade para nada. Evitamos sair depois que anoitece. São inúmeros os casos de pessoas que seguem para nossa região bêbados ou drogados. Isso nos deixa totalmente inseguros e com muito medo. Aqui não é lugar adequado para uma instalação que os concentre. Pergunto à secretária de Ação Social, Gislaine Peres: de quem é a responsabilidade dos atos violentos fora dos muros do Centro, praticados por seus usuários reunidos na região pelo próprio Centro? Quem pode nos ajudar? Vereadores? Polícia? Penso que as pessoas que frequentam o Centro Pop merecem e precisam de ajuda, mas precisa haver planejamento melhor, transferi-los para lugar mais apropriado, quem sabe em chácara onde poderiam ter trabalho ou algum tipo de tarefa diária. Fica aqui meu desabafo e pedido de socorro: tirem daqui do bairro!!!
Lurdinha V.
Franca - SP
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