Feira da Fraternidade termina hoje com expectativa de arrecadar R$ 200 mil


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Com entrada gratuita e funcionamento das 10 às 23 horas, termina neste domingo, 26, no Parque de Exposições “Fernando Costa” a 36ª Feira da Fraternidade. Organizada pela Aeaf (Associação das Entidades Assistenciais de Franca), a feira reúne barracas de creches, centros espíritas e comunidades terapêuticas da cidade para a venda de calçados, roupas e acessórios a preços populares. O objetivo é levantar recursos para manutenção dos atendimentos realizados com famílias, crianças, idosos e dependentes químicos.
 
Neste ano, 23 entidades participam da feira e juntas esperam arrecadar R$ 200 mil por meio da comercialização dos produtos e também da movimentação da praça de alimentação. Segundo levantamento realizado pelo Comércio, a arrecadação deve variar de R$ 2 mil a R$ 20 mil por entidade, já que cada uma possui um caixa independente. Com trabalhos diversos, as instituições atendem a quase três mil famílias em Franca por mês.
 
“A expectativa é muito boa, pois o dinheiro que entra é muito útil nesse período do ano com o surgimento das despesas extras com funcionários”, disse o presidente da Aeaf, Fernando Campos.
 
Há nove anos na feira, a coordenadora do Cadi (Centro Adventista de Desenvolvimento da Infância), Rosângela Ricardo, aposta na venda de sapatos, cintos, bolsas e roupas para angariar R$ 12 mil. A verba, segundo ela, será utilizada na montagem de um projeto de musicalização infantil a ser implantado na instituição que funciona com 112 crianças no Jardim Paineiras (veja quadro completo das entidades nesta página).
 
Para o vice presidente do Serviço Social Francano Frei Gregório Gil, Olivio José Donzelli, a participação na feira é de extrema importância pois ajuda na compra de medicamentos, carro chefe da entidade ligada à Catedral Nossa Senhora da Conceição. “Estamos na Feira da Fraternidade desde a primeira edição e o que conseguimos é revertido integralmente para a nossa farmácia.” O local, que funciona há 64 anos, presta atendimento para 500 pessoas por mês.
 
No ensejo de alcançar R$ 10 mil, a Narev (Associação Núcleo de Apoio e Recuperação da Vida) levou para a feira 800 pares de calçados que desde quinta-feira, dia 23, comercializa ao preço máximo de R$ 40. “O que vamos conseguir depende da mercadoria e do movimento, mas sempre temos um bom resultado”, disse Ronilso de Paulo, funcionário da entidade. A Narev tem 24 anos e capacidade para atender 60 dependentes químicos. 
 
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