Política de esporte adequada não existe em países terceiro-mundistas. Nos países de primeiro mundo há organização e responsabilidade. A criança entra em contato com o esporte desde o berço. Nestes países se considera o esporte como saúde e cultura. Aqui os talentos se perdem às toneladas. Felizmente, por um golpe de sorte, ajuda divina, sei lá, um talento como o dessa moça Tamara consegue despontar. O Brasil precisará muito dela, haja vista o último mundial da categoria que demonstrou como renovação é imprescindível e tem que ser constante. Que Tamara não desista de seu sonho e se sinta uma privilegiada. Trabalhar fazendo aquilo que se gosta, é para poucos. Eu, como brasileiro e francano, já sou seu fã!
Fabiano
Franca - SP
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