Eu sou colonostizado (sic) desde o início de 2003. Meu caso é irreversível. Extrai o reto por meu câncer ser muito próximo ao ânus, mas tenho um facilitador que é a drenagem. O SUS fornece um conjunto que nos proporciona fazer tipo uma lavagem intestinal, e nos mantém por até três dias sem expelir dejetos, dependendo da alimentação. Após a drenagem é colocado um curativo tipo ‘OB’ feminino. Após introduzido, se expande, trancando a evacuação. Por comodidade, faço o procedimento de dois em dois dias. Já tive vários incidentes, mas fui me adequando. Hoje não mais pela idade — 72 anos —, mas 10 meses após minha cirurgia pratiquei futebol e natação sem problema. O fundamental para conviver com isso é a alimentação. Nada de álcool, verduras verdes, melancia, abacaxi, uva. Bebida, só sem gás. (Leia em http:/ /gcn.net.br/noticia/256280/brasil-e-mundo/2014/07/coragem-ex-modelo-posa-de-biquini-com-bolsas-de-colostomia)
Sérgio
Franca - SP
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