Temos aí um caso sui generis e precoce. Com 21 anos, sequer profissão um indivíduo tem. Imagine ter, então, R$ 11 milhões de reais em produtos falsificados, barracões alugados no próprio nome e, ainda, se declarar autônomo. Trata-se, sem dúvida, de indivíduo muito acima da média de qualquer mortal na mesma idade, um gênio. Talvez o único azar desse ‘sortudo’ tenha sido cair nas mãos do delegado de Polícia do 3º DP, dr. Leopoldo Novais. Vai sobrar para muitos (...) no frigir dos ovos. (Leia em http://gcn.net.br /noticia/267684/franca/2014/10/jovem-assume-r-11-milhoes-em-agrotoxicos-falsificados).
José Umberto Viscondi
Franca - SP
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