Sabesp mantém captação em represas e nega cor 'barrenta' da água


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Rui Engrácia em foto de arquivo
Rui Engrácia em foto de arquivo
O gerente distrital da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) de Franca, Rui Engrácia, confirmou ontem que continuará a captar água de represas para ajudar no abastecimento da população. A medida foi intensificada na última semana, quando a frota de caminhões responsáveis pelo transporte passou a trabalhar 24 horas seguidas. Antes, eles rodavam 12 horas.
 
“Nessa segunda-feira ainda estamos mantendo os caminhões 24 horas, mas para terça-feira (hoje) vamos avaliar como ficará.” Segundo ele, o retrocesso pode acontecer já que a companhia aumentou a produção de água do poço em Restinga. “Trocamos a bomba do poço e, com isso, aumentamos a produção.”
 
Assim como na semana passada, Engrácia descartou a existência de um racionamento, que chegou a ser aventado em redes sociais na segunda-feira. “Por enquanto não há racionamento, temos ainda várias opções de represas abertas para captar água, como a do Colégio Agrícola, e estamos buscando mais.”
 
Atualmente a água é captada de três represas por meio de bombas e transportada em caminhões-pipa até a estação de tratamento. Sobre o tempo de sobrevida das represas, ele disse que minas e pequenos córregos ajudam a mantê-las.
 
Ontem, alguns consumidores se queixaram da cor “barrenta” da água, o que foi negado pelo gerente. “Não tivemos registro e também não há ligação com o fato de pegarmos água das represas, pois ocorre tratamento.”
 

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