A magia


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Piruetas, movimentos impossíveis, palhaçadas. Tudo isso somado a muita luz, cor e um ambiente mágico são os recursos usados pelos artistas do Circo Fantástico para conseguirem o sorriso e o aplauso da plateia.
 
A dupla de contorcionistas aparentam ter um corpo de elástico se desdobrando em posições aparentemente impossíveis para alguém que não é feito de borracha ou tecido.
 
Quando chega a vez do palhaço, a risada é o que predomina no ambiente cercado por lona. “Em que Estado você nasceu”, pergunta o apresentador ao palhaço Maxixinho, que responde, “Nasci em um estado de pobreza”, arrancando gargalhada da plateia.
 
O equilibrista balança na corda bamba com os olhos vendados. Já os trapezistas fazem piruetas a sete metros de altura. Enquanto quatro motoqueiros se arriscam dando voltas no temido Globo da Morte.
 
Apesar dos diferentes números, todos os artistas têm um único objetivo: o aplauso. E conseguem atingi-lo. Até mesmo a pequena Angelina, de 6 anos, bate palmas no final de cada apresentação. “Gostei de tudo, mas mais do palhaço”, disse. A professora Adarama de Oliveira, 36, mãe de Angelina também saiu do espetáculo da última quinta-feira satisfeita. “A magia que o circo carrega incentiva minha filha a sonhar. É uma forma de cultura também e de tirá-la um pouco do mundo da televisão e do computador de hoje.”
 
O Circo Fantástico deve continuar em Franca por mais uma semana, ao lado do Franca Shopping.
 
 

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