Fiquei sabendo então, pela mãe, que o casal havia adotado a garotinha Eloisa com um ano e meio de vida, no Berçário D. Nina, onde a mesma recebia aquele apoio tão sagrado. Portadora de paralisia cerebral, a menina não andava e não falava, mas o casal não viu empecilho algum, e a levou.
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