Uma labradora de 12 anos ganhou o direito de permanecer ao lado da dona, uma professora de 64 anos, moradora de um condomínio de luxo, que veta a entrada e circulação de animais de grande porte. Após um laudo médico provar que a cadela contribuiu na recuperação de um linfoma que a mulher havia descoberto a Justiça analisou o caso.
Segundo Luci Valim de Souza Pinto, a dona de Nina, a cadela era sua companhia durante os períodos que o marido viajava a trabalho.
Luci, Nina e Geraldo José de Souza Pinto, 64, o marido, moram no condomínio Pennsylvania, região sul de Ribeirão Preto. Os três dividem o mesmo quarto e adaptaram um carrinho de supermercado para poder poder passear com a cadela pelas ruas do local.
Segundo reportagem da Folha, Nina chegou em 2002 e era pequenina. Quando ela cresceu, os problemas começaram. Em 2010 houve a primeira multa do condomínio.
Após uma briga na Justiça, Luci ganhou o direito de ficar com Nina depois que um laudo médico comprovar que a recuperação psicológica da mulher dependeu muito da presença do animal. O condomínio declarou que não vai recorrer da decisão judicial, mas a restrição ainda vale para os outros moradores.
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