Costureira recusa fazer sexo com marido e vive duas horas de terror


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Com base na lei “Maria da Penha”, o delegado Alan Bazalha Lopes, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), mandou para a cadeia, na manhã de ontem, um servente de pedreiro de 33 anos, da Vila Aparecida. Ele agrediu a companheira, costureira manual de 40 anos, e a ameaçou de morte com uma faca. A vítima foi torturada física e psicologicamente por cerca de duas horas porque se recusou a fazer sexo com o marido.
 
A mulher relatou à polícia que o companheiro é usuário de drogas e saiu de casa na manhã de segunda-feira, só retornando ao convívio familiar por volta das 4h30 da madrugada de ontem. “Ele chegou em casa querendo fazer sexo, mas eu disse que não queria.” Ainda de acordo com a vítima, o marido desejava fazer “outras coisas”, contra a sua vontade. Ao se recusar, começaram as agressões físicas. “Depois, ele pegou uma faca e passou a fazer ameaças de morte. Quando soube que eu tinha chamado a polícia, ele jogou a faca fora”, acrescentou.
 
As agressões e ameaças duraram até por volta das 6h30, quando os PMs cabo Paulo Silva e soldado Ricardo Val chegaram no local. O marido negou as informações da companheira, mas ela tinha lesões. 
 
O caso foi encaminhado à DDM. O delegado Lopes ouviu as partes envolvidas e deliberou pela autuação em flagrante do servente. Ele foi encaminhado para uma cela especial da cadeia do Jardim Guanabara, em Franca.
 

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