Agradeço pela publicação dessa importante matéria (leia em http://gcn .net.br/noticia/265645/franca/2014/09/falta-de-conscientizacao-afeta-a-doacao-de-orgaos) que representa um bem social. Somos vulneráveis e passíveis de que um dia alguém próximo precise de transplante de órgão. Nem sempre o paciente pode esperar muito por transplante. Muitas vidas se perdem pela falta de conhecimento sobre o que é morte cerebral (ou encefálica). Quando ocorre a morte cerebral não há possibilidade de recuperação e os órgãos são mantidos por aparelhos. O coração bate independentemente do cérebro estar vivo ou não. Contudo, em poucas horas, ou dias, o coração para de funcionar e aí não conseguimos mais usar órgãos para transplante, exceto córneas e ossos. Acredito que a população, ao se tornar mais esclarecida sobre o tema, vencerá a dor do diagnóstico da morte cerebral e a verá que doação pode trazer vida para tantas outras pessoas tão sofridas.
César Augusto Almeida de Carvalho
Franca - SP
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