Depositado numa cova da memória, encoberto pelas cinzas do tempo, de repente meus olhos resgatam o nome numa notícia de jornal. Milagre de um sésamo, minha mãe íntegra e intensa reaparece, na palma da mão aberta uma semente, nos lábios sorridentes a palavra soterrada por mais de meio século: amburana.
Sonia Machiavelli, professora, jornalista, escritora
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