O amor


| Tempo de leitura: < 1 min
Brisa úmida,
saudosa alegria
dos dias vividos
ao lado de um alguém.
 
Cheiros, sabores, sons...
Suga minha memória
o buraco negro da solidão.
 
O sentimento que um dia
batizou-me no altar da paixão,
agora não passa de um desejo
irrealizável e tolo.
 
Desejo o arrebatamento.
Quero ausentar-me um pouco
desse mundo aceitável
que plasmei para mim mesmo.
 
Nesse momento, para o amor,
sou uma equação que não fecha.
 
 
Ronaldo Silva, vendedor,  universitário

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários