Gibi foi o título de uma revista brasileira de histórias em quadrinhos cujo lançamento ocorreu no tempo em que os avós de hoje eram crianças. Graças a ela, em nosso país, o termo gibi tornou- se sinônimo de revista em quadrinhos (banda desenhada, em Portugal; bande desinée na França, mangás no Japão). Na época, gibi significava moleque; porém, com o tempo, a palavra passou a ser associada apenas a revistas em quadrinhos.
A revista Gibi era publicada pelo Grupo Globo que tinha como concorrente a revista Mirim, de Adolfo Aizen. Este editor, foi o pioneiro dos quadrinhos publicados como suplemento de jornal no Brasil. Ele tinha viajado aos Estados Unidos e visto como os americanos gostavam dos quadrinhos nas páginas de jornais. Ao voltar ao país, usou a ideia no Suplemento Juvenil, um caderno do jornal A Nação. Mais tarde, o jornal O Globo copiou a idéia e lançou um suplemento chamado O Globo Juvenil.
Gibi teve originalmente em suas páginas como protagonistas, Brucutu, Ferdinando, Família Buscapé.
Atualmente existem no mundo milhares de revistas a que chamamos gibis. Há crianças que adoram ler gibis e existem muitos títulos bons, recomendáveis. E não é que tem também meninos e meninas que até criam seus próprios gibis? É o caso do garoto Matheus Silva Andrade, aluno da Escola Evaristo Fabrício e da Academia de Artes do GCN. Ele criou os personagens da Turma do Roger e, além de desenhar, escreveu a história. Como é muito talentoso, imprimiu em cores as páginas e montou seu gibi, que ficou muito interessante, como se pode ver na ilustração. Matheus já teve trabalho escolhido para ilustrar um calendário . Ele desenhou para o mês de março deste 2014, quatro personagens em campanha de combate à dengue.
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