Qual é o nó?


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Fui palestrar no 9º Circuito Aprosoja 2014, evento da Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja e Milho do Mato Grosso). Visitei 22 cidades, 6500 km falando sobre mercado e conceitos de gestão e liderança para 3,5 mil produtores rurais, empresários, autoridades e lideranças do agronegócio. Embarquei para o MT com a imagem do agronegócio que tinha: sustentáculo da balança comercial, desmatamento, agrotóxicos usados descontroladamente, grilagem de terras dos índios e cultivo de transgênicos que provocar câncer. 
 
Fui lá ver e afirmo: acabam os equívocos em mim implantados. Naquela região exuberante, colonizada por muita gente do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande Sul vi cidades nascidas de projetos de colonização com ruas largas e retas, muito verde, limpíssimas, de grande senso de comunidade. Visitei fazendas do agronegócio e médias, de agricultores. Andei por plantações, peguei em mãos calejadas. Sobrevoei áreas de plantações, áreas preservadas e reservas indígenas. Percorri estradas pessimamente conservadas, sem acostamento e que matam centenas todo ano. Também andei por novas estradas em construção que resolverão o nó logístico da escoação da produção. 
 
Montei página no Facebook — http
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Luciano Pires
Jornalista, escritor, palestrante, cartunista

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