A economia nacional não cresce o desejado, as agências baixam a ‘classificação Brasil’ para investimentos, a inflação ameaça, o desemprego ronda, a saúde e a educação estão na UTI, as cidades vivem caótica insegurança pública e ativismo de grupos que querem mudar o regime. Com todos esses problemas, precisamos de soluções, e urgente, mas, o que temos, são candidatos acusando-se mutuamente como em briga de rua. A Petrobrás, e Metrô e outras empresas estatais perdem credibilidade por conta de malfeitos políticos e se tornam combustível eleitoral. O clima do ‘quanto pior, menor’ parece presidir a disputa, e isso desorienta o eleitor
Os candidatos precisam se conter! O eleitor não vai decidir sobre os malfeitos na Petrobras, desvios no sistema de trens e outras irregularidades do âmbito da administração pública. As tarefas de apurar e punir, são do Ministério Público e da Justiça. O que precisamos é de candidatos ao Executivo capazes de administrar o país e os Estados. Também de senadores e deputados compromissados em fiscalizar os atos do Executivo, propondo leis e medidas por governabilidade, e que não barganhem votos por cargos ou outras benesses que os deixem de rabo preso e sem condições de representar o eleitor.
A administração pública é regida por leis. Todo o dinheiro do governo tem destinação certa. Então, tem que ter auditoria permanente, capaz de evitar desvios e negligências. Erros, flagrados, tem que ser imediatamente enviados à promotoria para apuração e devido processo legal. Só assim poderemos consertar este país. As metas de ordem são total intolerância à corrupção e à impunidade. É grande estupidez um candidato, para desestabilizar o adversário, dizer o que ele faria se eleito. Cuidem, cada um, se si próprio, e aguarde o julgamento das urnas...
Dirceu Cardoso Gonçalves
Articulista
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.