A MORTE DE FREI BERARDO


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Entre as melhores lembranças que tenho de Frei Berardo estão aquelas em que, já estando ele impedido de dirigir, eu lhe servia de motorista. Fosse na condução da sua velha Belina II ou mesmo em algum dos carros do convento, no qual eu também era frade, tive sempre ao meu lado um homem alegre. Tinha a alegria genuína dos que servem a uma grande causa com despojamento e abnegação. Saíamos pelas propriedades rurais, ele pedindo donativos para a manutenção do convento. As negativas que raramente recebia pareciam servir-lhe de estímulo ainda maior para ir adiante, como autêntico franciscano. Figura inesquecível! Sempre o guardarei no coração como vovô conselheiro e atento ao meu bem estar espiritual. (Leia em http:/ /gcn.net.br/noticia/263768/franca/2014/09/frei-berardo-sera-enterrado-apos-missa-na-s-judas).
 
Ronaldo Pereira da Silva
Franca - SP

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