Ciclista é atropelado, não resiste e morre na Santa Casa


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Chevette e bicicleta foram levados à delegacia no último dia 2 após colisão no Palermo City
Chevette e bicicleta foram levados à delegacia no último dia 2 após colisão no Palermo City
O ciclista que se envolveu em um grave acidente no último dia 2 de setembro, no Residencial Palermo City, morreu no final da noite de ontem. O servente de pedreiro Antônio Marcos Barcelos, 42, que residia na Vila São Sebastião, não resistiu aos ferimentos e morreu no CTI (Centro de Terapia Intensiva) da Santa Casa de Franca.
 
O desastre ocorreu na avenida Nelson Nogueira, cruzamento com a rua Onofre Raimundo Braga. Barcelos pilotava uma bicicleta quando colidiu frontalmente com o Chevette, 1975, vermelho, conduzido pelo pedreiro JMN, 48. 
 
Em depoimento à polícia, na ocasião, o pedreiro disse que seguia com seu carro pela avenida, sentido Jardim Pulicano. Ao convergir para entrar na rua Onofre Braga, avistou o ciclista em ziguezague, como se estivesse sob efeito de álcool. O pedreiro disse que tentou desviar, mas o ciclista foi em sua direção. O condutor do Chevette contou que parou e a colisão frontal ocorreu.
 
Com o choque, o corpo do ciclista foi projetado contra o teto do veículo. A violência do impacto fez com que ele sofresse traumatismo craniano. Internado desde então, ele morreu na noite de ontem. Até o fechamento desta edição a família não havia decidido o local do velório e sepultamento.

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